- um saco plástico pequeno e um outro bem maior (aqueles usados com seladora de
cozinha ou para comida congelada);
- Uma substância melosa e que tenha cor , por exemplo Karo marrom;
- Uma substância melosa e incolor, por exemplo Karo transparente;
- Fios de linha colorida, bem enroladinha;

- Pequenos objetos para simbolizar as organelas;
- Seladora para fechar os invólucros.
Vamos montar:
Comecemos pelo núcleo da célula, lembrando que, em média, o núcleo de uma célula mede seis micromêtros - ou seis milésimos de milimêtros; ou seis milionésiomos de metro. No caso plástico pequeno, coloque a solução como Karo marrom, por exemplo. Para simbolizar o DNA, você pode utilizar 2 ou 3 pares de fios de linha colorida (cada par de uma cor e tamanho), que se destaque junto ao Karo, e deixar bem enroladinha. Se fosse desenrolado e alinhado, o DNA contido nos 46 cromossomos de uma única célula humana formaria um filamento extremamente fino, medindo 3,6 m de comprimento. Certifique-se que os fios apareçam mesmo embebidos na solução de Karo.
Com a seladora, feche o saco pequeno e o coloque dentro do saco grande, de modo que o saco menor não tenha espaço para se movimentar muito, pois o núcleo da célula tem uma posição mais ou menos definida. Mas não aperte demais, que é para não perder a fluidez.
No saco grande, será preciso colocar a substância incolor, o Karo transparente, simbolizando o citoplasma. Diferentes objetos podem ser usados para simbolizar organelas. Por exemplo um chiclete de bola cortado com um estilete, ou mesmo inteiro, pode ser a mitocôndria (coloque vários chicletes, pois numa células existem várias mitocôndrias!), amendoins pequenos podem ser os ribossomos, uma bala pode ser complexo de Golgi, purpirina espalhada pode representar as proteínas; fitas bem finas (cerca de 5 mm, feitas de bexiga de uma cor) como mini-botões colados a elas e presos em fileiras ao redor do núcleo podem representar o sistema retpiculo endoplasmático rugoso. Feche o saco grande com a seladora.
E esta pronta a sua célula!!!
Experiência recomendada para o oitavo ano do Ensino Fundamental ou primeiro ano do Ensino Médio.
Experiência retirada da revista revolução Genômica.

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